-Pastores e igrejas, tomem cuidado com algumas ONGs
Escrito por redação do Holofote em 29 Março, 2008
ONGs procuram manipular igrejas
Conhecidas também como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público e Organizações do Terceiro Setor, as ONGs (Organizações Não Governamentais proliferam desordenadamente no Brasil, graças à plena liberdade de associação garantida pelo artigo quinto da Constituição e ao controle deficiente dos órgãos públicos que as deveriam fiscalizar. Em 2002, existiam 276 mil ONGs em nosso país, das quais mais de 100 mil só na Amazônia. Os serviços de inteligência já localizaram algumas envolvidas com tráfico de drogas, armas lavagem de dinheiro e espionagem.
Em fins de 2007, na Comissão de relações exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, o Secretário de Política, Estratégia e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa declinou números preocupantes e envolvimentos perturbadores dessas instituições, muitas das quais estrangeiras, que dispõem de vultosos recursos, o que lhes garante ingerência crescente em nossas questões de política interna. Há casos notórios de ONGs de defesa ambiental que tem dificultado importantes projetos (hidrelétricas, usinas nucleares), sendo o mais recente e rumoroso o debate envolvendo as obras de transposição do rio São Francisco. Cálculos de 1999 estimam haver entrado no Brasil, naquele ano, mais de 500 milhões de dólares destinados a essas instituições. Com tais recursos as ONGs se sentem em condições de interferir nos mais diversos setores da sociedade, e não é de hoje o assédio às igrejas.
A assistência social faz parte da estratégia evangelística. Todavia, as igrejas devem tomar cuidado com instituições que nada têm a ver com os ideais bíblicos e se propõem a custear projetos sociais, missionários, redes de comunicação e até mesmo estranhas versões da Bíblia. Em diversos casos, essa parceria tem alimentado o noticiário escandaloso e servido de escárnio aos sãos princípios que nos cabe preservar.
Fonte: Jornal Mensageiro da Paz (Mar / 200
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Segundo o pastor, a quadrilha foi arrastada “como cães” pelos policiais e levada para o hospital. No local, os médicos se negaram a atender “aquelas maças cinzentas perfuradas”, de acordo com o próprio pastor. “Fomos levados direto para o IML. Minha certidão de óbito já estava quase pronta. Uma funcionária retirou o lençol que me cobria, momento em que comecei a balbuciar algumas frases e mexer os braços. Deus havia me dado uma nova chance”, lembrou o pastor emocionado.