H O L O F O T E

Uma análise cristã do cotidiano, por PAULO TEIXEIRA ( RJ )

Arquivo para Maio 14th, 2008

-Crianças fazem manifestação contra Israel no Líbano (foto)

Escrito por redação do Holofote em 14 Maio, 2008

 

Crianças fazem manifestação contra Israel no Líbano.

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-Presidente do Irã diz que Israel está perto da ‘aniquilação’

Escrito por redação do Holofote em 14 Maio, 2008

Ahmadinejad diz que Israel está perto da ‘aniquilação’

Presidente iraniano afirma que comemoração do aniversário de 60 anos tentam salvar o ’sinistro regime’ da morte

TEERÃ - O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, declarou nesta quarta-feira, 14, que Israel está morrendo e as comemorações do 60.º aniversário da criação do Estado são uma tentativa de evitar sua “aniquilação”. O comentário ocorre em um momento no qual o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, visita Israel.

“O regime sionista está morrendo”, disse Ahmadinejad durante um discurso no norte do Irã. “Os criminosos acham que, ao fazer comemorações, podem salvar o sinistro regime sionista (Israel) da morte e da aniquilação.” O presidente linha-dura usou a palavra árabe “ismihlal”, que pode ser traduzida como destruição, morte ou colapso.

O Irã não reconhece Israel, e Ahmadinejad várias vezes já pediu a destruição do Estado judeu. A troca de insultos se intensificou em 2005, quando Ahmadinejad disse que Israel deveria ser “varrido do mapa do Oriente Médio”. O iraniano já chegou a se referir ao Holocausto - o massacre de milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial pelos nazistas - como um “mito”.

Israel considera o Irã uma ameaça por causa de seu programa nuclear e de seu arsenal de mísseis. Israel e os Estados Unidos acusam Teerã de desenvolver em segredo um programa nuclear bélico. O Irã nega e assegura que suas usinas atômicas têm fins estritamente pacíficos de geração de energia elétrica.

Fonte: Estadao

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-Igreja Católica: índios são « massacrados » em Roraima

Escrito por redação do Holofote em 14 Maio, 2008

Igreja Católica: índios são « massacrados » em Roraima

BOA VISTA, RORAIMA - Líderes da Igreja Católica avaliam que há em Roraima algo que não se configura como disputa por terras entre grupos que se equivalem. Eles são acusados por parte da sociedade do estado de manipular os índios favoráveis à demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol em área contínua.

Aqui é um massacre. Várias lideranças indígenas já foram assassinadas e tiveram malocas destruídas. E não há um fazendeiro que tenha sido atingido por flecha. Os indígenas não fabricaram bomba, não explodiram nada. O máximo que os índios fizeram foi trancar a estrada, o que os arrozeiros já cansaram de fazer - afirmou dom Roque Paloschi, bispo da Diocese de Roraima, avisando não se tratar de conflito o impasse entre moradores na Raposa Serra do Sol.

Segundo dom Roque, a igreja é vítima de acusações sem fundamento vindas de parte da sociedade de Roraima : - O crime que cometemos aqui foi ajudar a promover a dignidade dos índios como sujeitos de sua própria história. Isso confessamos perante o Papa e as autoridades brasileiras. Não foi a Igreja que estabeleceu que os índios teriam direito à terra - declara o religioso.

A catedral de Boa Vista está pichada com mensagens ofensivas à igreja e ao governo federal. - Felizes os perseguidos por causa da justiça - comenta o religioso. Sobre os autores da ação, o bispo desconversa: - Homens ilustres, de alto gabarito, não iriam fazer isso. Deve ser coisa de algum moleque - avalia.

O padre Vanthuy Neto nega que o gado trabalhado pelas comunidades indígenas pertença à igreja. Segundo ele, a igreja ajudou, de fato, os índios a formar o rebanho bovino em movimentos da década de 70, mas com fins solidários: - Uma comunidade recebia 50 vacas e dois touros e depois de um tempo tinha que devolver o mesmo número a outra comunidade- explica. Outra contribuição da Igreja aos índios, destaca o padre, foi a construção de hospitais e, ainda hoje, a manutenção de postos médicos, em que índias aprendem técnicas de enfermagem.

O posicionamento crítico da Igreja Católica à situação de Raposa Serra do Sol, ressaltou dom Roque, já era expresso por missionários que estiveram na região há quase 100 anos: - Em 1911 eles enviaram carta a ministros denunciando uma relação de exploração e escravidão existente entre fazendeiros e índios - explica D. Roque.

As afirmações - vindas de arrozeiros e políticos - de que missionários da Igreja Católica na Raposa Serra do Sol estariam a serviço dos interesses de organizações não-governamentais internacionais são respondidas pelo bispo com um desafio: - Se há um missionário procedendo inadequadamente, isso é crime, deve ser denunciado e não apenas falado em entrevistas. Todas as nossas atividades não se fazem na calada da noite. Tem que agir judicialmente - afirma D. Roque.

Fonte: JB Online

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-Plc 122/2006, A Lei Que Torna Crime Se Expressar Contra O Homossexualismo: Podar Ou Extirpar?

Escrito por redação do Holofote em 14 Maio, 2008

(Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz) - Está para ser apreciado no Senado Federal um projeto (PLC 122/2006) que pretende defender os que praticam atos de homossexualismo. A injúria — que já é crime — será um crime especial, punível com reclusão de 1 a 3 anos e multa, se cometida contra alguém em razão de seu comportamento homossexual (cf. art. 10).

(Fonte: www.juliosevero.com) - Suponhamos que alguém fizesse a proposta de uma lei em defesa dos fumantes. A injúria — que já é crime — seria um crime especial, com pena maior, se fosse cometida contra alguém em razão de ser fumante. O crime de constrangimento ilegal — por exemplo, impedir alguém de se locomover em um local público — teria uma pena agravada se o fosse praticado em razão do tabagismo da pessoa constrangida. A dispensa de um empregado sem justa causa — que não é crime – passaria a ser crime se o empregado fosse tabagista e se fosse dispensado em razão do fumo.

Certamente surgiriam objeções a essa proposta legislativa. Afinal — diriam — os direitos das pessoas, fumantes ou não, já estão elencados na Constituição Federal. O fumante, na qualidade de fumante, não tem direitos. O tabagismo é um vício que não pode acrescentar direito algum a alguém.

PLC 122/2006

Está para ser apreciado no Senado Federal um projeto (PLC 122/2006) que pretende defender os que praticam atos de homossexualismo. A injúria — que já é crime — será um crime especial, punível com reclusão de 1 a 3 anos e multa, se cometida contra alguém em razão de seu comportamento homossexual (cf. art. 10). A dispensa de um empregado sem justa causa — que não é crime — passará a ser crime punível com 2 a 5 anos de reclusão se o empregado for homossexual e se for dispensado em razão de atos de homossexualismo (cf. art. 4º). A proibição de ingresso ou permanência de alguém em um estabelecimento aberto ao público será crime punível com 1 a 3 anos de reclusão se a pessoa impedida for homossexual e se a causa do impedimento for sua conduta homossexual (cf. art. 5º).

Que significa isso? Que além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todas as pessoas, os praticantes do homossexualismo terão direitos em virtude do homossexualismo por eles praticado. O projeto pretende dar aos homossexuais direitos, não na qualidade de pessoa, mas na qualidade de homossexuais. Ora, o homossexualismo (entendido como prática da conjunção carnal entre pessoas do mesmo sexo) é um vício contra a natureza, que não pode acrescentar direito algum a alguém.

Perseguição

O PLC 122/2006 tem sido alvo de inúmeras críticas. Fala-se da perseguição que sofrerão aqueles que, comentando passagens bíblicas, condenarem o homossexualismo; da punição que sofrerá uma mãe de família ao dispensar a babá que cuida de suas crianças, após descobrir que ela é lésbica; da sanção penal que sofrerá o reitor de um seminário ao não admitir um candidato homossexual. Tudo isso é verdadeiro, mas não constitui o cerne da questão.

Fala-se também que as penas propostas para os novos crimes serão enormes, o que também é verdade. Mas também isso não é o ponto central do problema.

O núcleo do PLC 122/2006 é que ele, pela primeira vez na história legislativa brasileira, pretende dar direitos ao vício. Em nosso país isso é inédito, embora já existam coisas semelhantes em leis estrangeiras, com efeitos desastrosos.

Escravidão

Os pecadores têm um lugar especial no Cristianismo. Jesus disse textualmente: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. [...] Com efeito, eu não vim chamar justos, mas pecadores” (Mt 9:12-13). Ele, que acolheu a mulher adúltera que estava para ser apedrejada (Jo 8:2-11) e o ladrão que fora crucificado ao seu lado (Lc 23:39-43), não rejeitaria um homossexual arrependido. Certamente, Ele o perdoaria dizendo: “Vai, e de agora em diante, não peques mais” (Jo 8:11).

O auxílio que Jesus veio trazer aos pecadores é libertá-los do pecado. Afinal, disse Ele, “quem comete pecado é escravo” (Jo 8:34).

O PLC 122/2006 pretende não libertar os homossexuais, mas consolidar sua escravidão. Longe de estimular uma verdadeira mudança de conduta (”conversão”), o projeto pretende glorificar o vício contra a natureza. Numa total inversão de valores, ele pretende que sejam punidos como criminosos aqueles que censuram o comportamento antinatural.

Erva daninha

O PLC 122/2006 não é uma árvore, em si boa, mas com alguns ramos muito altos, que precisam ser podados. É uma erva daninha, que precisa ser extirpada pela raiz.

O erro do PLC 122/2006 não está nos meios que pretende usar para defender uma boa causa. O erro do projeto está em seu próprio fim: dar direitos ao vício. Por isso, é inútil fazer emendas para tentar aproveitar alguma coisa. É preciso rejeitá-lo totalmente.

Fonte: www.juliosevero.com

Veja também:
- Mobilização urgente: PLC 122, a Lei da Mordaça Gay, em votação na quinta-feira, 15
- Uma das Falácias do Movimento Gay
- Evangélicos pedem mudanças no projeto da « Lei da Mordaça Gay »
- PLC 122/06: a mobilização contra aprovacão à mordaça continua!
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- Jovens se manifestam contra a Lei da Mordaça e pelo direito de culto no Brasil
- A criminalização da homofobia no Brasil e as igrejas cristãs
- Foto de recém-nascido taxado como homossexual causa polêmica na Itália
- Nova Ditadura: Brasil corre o risco de ter liberdade de expressão cerceada

Fonte: O Verbo

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-Vaticano admite que pode haver vida fora da Terra

Escrito por redação do Holofote em 14 Maio, 2008

Diretor de observatório da Santa Sé diz que não se pode limitar ação criadora de Deus

O diretor do observatório astronômico do Vaticano, padre José Gabriel Funes, afirmou que Deus pode ter criado seres inteligentes em outros planetas do mesmo jeito como criou o universo e os homens.

“Como existem diversas criaturas na Terra, poderiam existir também outros seres inteligentes, criados por Deus”, disse o diretor do observatório conhecido como Specola Vaticana.

“Isso não contradiz nossa fé porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus”, acrescentou Funes, em entrevista ao jornal L’Osservatore Romano, órgão oficial de imprensa da Santa Sé.

Na entrevista ao jornal do papa, o padre Funes, jesuíta argentino de 45 anos de idade, cita São Francisco ao dizer que possíveis habitantes de outros planetas devem ser considerados como nossos irmãos.

“Para citar São Francisco, se consideramos as criaturas terrestres como ‘irmão’ e ‘irmã’, por que não poderemos falar tambem de um ‘irmão extraterrestre’?”, pergunta o padre. “Ele tambem faria parte da criação.”

Perspectiva

Na opinião do astrônomo do Vaticano, podem haver seres semelhantes a nós ou até mais evoluídos em outros planetas, ainda que não haja provas da existência deles.

“É possível que existam. O universo é formado por 100 bilhões de galáxias, cada uma composta de 100 bilhões de estrelas, muitas delas ou quase todas poderiam ter planetas”, afirmou Funes.

“Como podemos excluir que a vida tenha se desenvolvido também em outro lugar?”, acrescentou. “Há um ramo da astronomia, a astrobiologia, que estuda justamente este aspecto e fez muitos progressos nos últimos anos.”

Segundo o cientista, estudar o universo não afasta, mas aproxima de Deus porque abre o coração e a mente e ajuda a colocar a vida das pessoas na “perspectiva certa”.

Padre Funes diz ainda que teorias como a do Big Bang e a do evolucionismo de Darwin, que explicam o nascimento do universo e da vida na Terra sem fazer relação com a existência de Deus, não se chocam com a visão da Igreja.

“Como astrônomo, eu continuo a acreditar que Deus seja o criador do universo e que nós não somos o produto do acaso, mas filhos de um pai bom”, afirma.

“Observando as estrelas, emerge claramente um processo evolutivo, e este é um dado cientifico, mas não vejo nisso uma contradição com a fé em Deus.”

Ateísmo

Na visão do religioso, estudar astronomia não leva necessariamente ao ateísmo.

“É uma lenda achar que a astronomia favoreça uma visão atéia do mundo”, disse o padre. “Nosso trabalho demonstra que é possível fazer ciência seriamente e acreditar em Deus. A Igreja deixou sua marca na história da astronomia.”

Diretor da Specola Vaticana desde 2006, padre Funes lembrou na entrevista que astrônomos do Vaticano fizeram importantes descobertas como o “raio verde”, o rebaixamento de Plutão e trabalhos em parceria com a Nasa, por meio do centro astronômico do Vaticano em Tucson, nos Estados Unidos.

A sede do observatório do Vaticano se localiza em Castelgandolfo, cidade próxima de Roma, onde fica situado o palácio de verão do papa, desde 1935.

O interesse dos pontífices pela astronomia surgiu com o papa Gregório 13, que promoveu a reforma do calendário em 1582, dividindo o ano em 365 dias e 12 meses e introduzindo os anos bissextos.

Fonte: G1

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